Uma cadeira vazia ao lado de uma mesa de trabalho
Luto · Saúde Mental no Trabalho

Todo mundo diz que
a vida continua.
E ela continua.

Mas ninguém te ensinou o que fazer com as 8 horas por dia que você dividia com quem foi embora.

Perder alguém com quem você trabalhava não é "só" perder um colega. É perder uma presença, uma rotina, uma forma de existir naquele lugar. Essa dor é real — e merece ser tratada como tal.

Agendar uma conversa Saiba mais
"

O luto não conhece hierarquias de vínculo. A dor que você sente pela perda de alguém com quem compartilhava oito, dez, doze horas do seu dia é real. É legítima.

Do artigo: Quando a Cadeira ao Lado Fica Vazia
Rafael de Souza Monteiro — Psicólogo

Uma escuta que
não tem pressa

Sou Rafael de Souza Monteiro, psicólogo com formação focada em luto, perdas e saúde mental no contexto do trabalho. Acredito que cada processo de luto é único — assim como cada relação que o originou.

Minha abordagem não busca "resolver" o luto. Não existe nada errado em sentir a perda de alguém que importava. O que ofereço é um espaço seguro onde sua experiência pode ser vivida sem pressa, sem julgamento, sem a pressão de melhorar rápido.

Atendo pessoas que perderam colegas, líderes que precisam apoiar suas equipes, e empresas que querem criar espaços reais de acolhimento.

CRP 06/225802
Foco Luto, perdas e saúde mental no trabalho
Atende Online · Presencial
Via TerapiaConecta

Três pilares de
uma escuta real

O luto no trabalho tem particularidades que a terapia convencional nem sempre alcança. Minha abordagem reconhece isso.

01

Legitimação da dor

Antes de qualquer técnica, o que mais importa é que sua dor seja reconhecida como real. Não existe luto pequeno demais para merecer atenção.

02

Escuta sem protocolo

Não acredito em roteiros terapêuticos. Cada pessoa traz uma experiência singular, e é essa singularidade que guia o processo — não o contrário.

03

Ressignificação ativa

O objetivo não é esquecer ou superar. É aprender a carregar consigo o que aquela presença deixou — transformando ausência em herança.

Você não precisa
passar por isso sozinho

O ambiente de trabalho criou uma expectativa silenciosa de que a dor tenha prazo. Três dias de licença, uma nota de pesar — e depois, de volta à normalidade.

Mas o luto não respeita prazos. E trabalhar no mesmo lugar onde a pessoa estava, sentar perto da cadeira vazia, ainda ouvir o nome dela ser chamado por engano — isso tem um peso que vai muito além do profissional.

  • Pessoas que perderam um colega ou liderança significativa
  • Profissionais que se sentindo culpados por "ainda" estar sofrendo
  • Líderes que precisam apoiar suas equipes sem saber como
  • Quem voltou ao trabalho mas sente que algo ficou para trás
  • Empresas que querem criar um espaço real de acolhimento
  • Pessoas que nunca "tiveram permissão" para sentir essa perda

Quando a Cadeira ao Lado Fica Vazia: O Luto Que Ninguém Ensinou a Viver no Trabalho

A xícara ainda está ali, no canto da bancada. O nome ainda aparece na escala. Alguém, sem pensar, quase chamou por ele no corredor. E então veio o silêncio — aquele tipo de silêncio que não é ausência de som, mas presença de algo que ninguém sabe como nomear.

Ler artigo completo →

Vamos
conversar?

Uma primeira conversa não é um compromisso. É apenas um espaço para você ser ouvido — sem pressa, sem julgamento.